sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Serious Friday: A capcom anuncia que chega de re-lançamentos?

A capcom conhecida por jogos da Serie Resident Evil, Devil May Cry e Street Fighter eu só sito esses, pois são só os que lembro agora mas a produtora tem muitos outros sucessos, A empresa disse que vai começar a fazer mais jogos inéditos.

Acho difícil ela parar de vez com os re-lançamentos, mas acredito e espero que ela nos brinde com mais jogos inéditos, mas é claro que ainda assim gostaria de ver os clássicos da empresa nessa nova geração.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Análise: Golden Axe: Beast Raider


Um game de ação que em minha opinião ficou muito bom. O jogo tem uma historia que vai agradar a muitos jogadores até mesmo aqueles que estão jogando pela primeira vez a serie.

O game tem um sistema de câmera que pode ser colocado onde vocês quiserem e que fica lá, não existem botões de zoom, mas isso não fará falta, o game traz algumas músicas durante as aventuras e quase sem menus interativos, o game consiste em você e sua personagem acharem os pedaços que faltam do lendário Golden Axé, arma que dá nome ao jogo ou pelo menos a primeira parte dele.

Falando nisso a parte referente ao Beast Raider é por você poder usar monstros para lhe ajudar em seu caminho (Jura? Ninguém ia pensar nisso sozinho, sua Besta!) que, apesar de curto, o início é um pouco complicadas, mas nada desanimador, até pelo contrario é uma dificuldade boa.

No início você só tem uma arma mísera espada, mas ela é uma arma muito boa no combate corpo a corpo e um a um, e com o tempo você pode dominar combos o que a torna a sua espada uma arma melhor ainda, mas como combates um a um são raros, bem você também conta com magias no jogo o que acaba sendo útil algumas vezes principalmente quando os inimigos te cercam, alem de armas brancas e magias você também pode invocar o golden axe, sim mesmo ele estando incompleto ele ainda é muito útil.

Você pode usá-lo para destruir estatuas, para abrir alguns portões ou até mesmo para atacar os inimigos, mas eu não aconselharia você usar o machado pra isso, porque ele exige um pouco de perícia que é difícil de se ter com inimigos lhe atacando.

Outra coisa é que no jogo existe um numero bom de inimigos, quer dizer, não vai ser sempre um mesmo inimigo que vai te atacar e cada um terá um ponto fraco, o que vai lhe render algum trabalho para se acostumar, mas não muito.

Bom, com relação aos monstros que lhe ajudam em seu caminho, cada um tem ataques diferentes que, quando você usa, retiram parte da energia do seu monstro e essa energia não pode ser recuperada, mas não são todos os golpes que fazem seu monstro perder energia alguns não tem custo algum.

Falando ainda dos seus amiginhos monstrinhos, eles podem correr segurando o botão [LT] assim como sua personagem quando está andando a pé.Agora falando um pouco da sua personagem para se diferenciar dos outros títulos da serie esse jogo trás uma heroína, que tem que juntar as partes do Golden Axe que foi destruído um tempo atrás para poder derrotar um mal que ameaça a terra onde vivem.

A sua personagem é a ultima de sua linhagem que enquanto estava em meio a uma cerimônia importante onde recebia a benção do Dragão Branco sendo queimada viva, apesar de que aparentemente as chamas não a afetavam (ADEVERTENCIA CRIANÇAS NÃO DEVEM TENTAR ISSO EM CASA, POIS ISSO É FANTASIA E SE VOCÊ BRINCAR COM FOGO PODE SE QUEIMAR), quando alguns seres do submundo começam a atacar e destruir tudo inclusive raptando o dragão que estava lhe queimando.Agora você deve juntar as partes do Golden Axe para derrotar o mal, pegar de volta o dragão para que ele termine de lhe tostar.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Análise Estrangeira

Bom caros leitores, esse espaço é de vocês, nas quartas feiras reservamos para que os leitores façam uma análise de algum jogo e mandem pra gente, os e-mails seguem abaixo.

nrantigo@gmail.com
rafael_dark_otaku@hotmail.com

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Bugiganga dos consoles: Os diversos tipos de controles.

Bugiganga dos consoles: Os diversos tipos de controles.

Playstation 3: Sixaxis e Dualshock 3

            O console da Sony tem dois controles diferentes, o Sixaxis e o Dualshock 3 a única diferença entre eles é a função vibratória, ausente no Sixaxis e presente no DS3, isso faz com que o Sixaxis seja o controle mais leve dentre os testados, ponto pra ele, por outro lado essa função faz falta demais nos dias atuais, perde bastante a graça jogar um game de corrida sem o controle tremer.

            Nos primeiros Playstation 3, o Sixaxis era o controle que vinha na caixa, mas depois de muita reclamação por parte dos jogadores, a Sony fez o Dualshock 3 e ele substituiu o Sixaxis, ambos tem um acelerômetro, o sensor de movimento, que reconhece o movimento nos 3 eixos, mas não joguei nenhum jogo que usou essa funcionalidade, mas sem a função de pointer, que explicarei melhor quando for falar do controle do Wii.

            Quanto ao formato, ambos são idênticos e muito parecidos com o Dualshock 2 do Playstation 2, em relação a esse último, as diferenças são: L2 e R2 agora são gatilhos de verdade, como as concorrentes já tinham desde a geração passada, são sem fio e um pouco menores, e é aí que começam os problemas, e eles são abundantes, qualquer que seja o controle usado no PS3, ele é pequeno demais, o tempo inteiro tive que abrir a mão para acessar o direcional digital e os botões X, quadrado, triângulo e bola, os gatilhos L2 e R2 estão mal posicionados, deveriam ser um pouco mais pra baixo, até por causa do seu formato em vírgula, eles tendem a escapar e o jogador tem que ficar reposicionando o dedo várias vezes. Outra coisa ruim é o fato de que eles não utilizam pilha ou bateria removível, para recarregá-los, basta ligar um cabo que vem na caixa e ligar no console, porém, quando acaba a vida útil da bateria, é preciso trocar de controle. Outro problema que vem desde o primeiro Playstation é o fato de o controle ter um formato de linhas muito retas, sendo pouco ergonômico e muito desconfortável. Mas eu guardei o pior para o final, e o pior é a imensa falta de precisão das alavancas analógicas, são moles demais bem mais do que as do DS2, e exigem uma boa dose de paciência por parte do jogador para se acostumar, principalmente de quem for acostumado com os consoles da Microsoft e da Nintendo, que nessa parte dão uma surra nos controles do PS3. Concluindo, tanto o Sixaxis quanto o Dualshock 3 são controles ruins, são pequenos, sem uma gota de precisão e muito pequenos.

Wii: Wiimote e Nunchunk

            O console da Nintendo também vem com 2 controles diferentes que se completam, a estrela é o Wiimote, ambos têm acelerômetro, mas apenas o wiimote  tem função de pointer, o que permite o jogador mirar na tela e fazer qualquer coisa, a diferença é que o Nunchunck tem apenas a alavanca analógica, um botão e um gatilho enquanto que o wiimote tem um direcional digital e mais 6 botões A, -, +, home, 1 e 2 e mais um gatilho. O Wiimote ainda apresenta som e ambos vibram, ambos se ligam entre si atreves de um cabo, mas não há cabo ligando nenhum deles ao console, esse cabo alimenta o Nunchunk enquanto que o Wiimote usa pilha. Nem todos os jogos usam o Nunchunk, mas sempre é possível utilizar as diversas funções do Wiimote, existem Tb alguns acessórios que transforma o Wiimote em volante e pistola, mas esses não vem na caixa e sim com alguns jogos.

            A primeira vista eles podem parecer pequenos e difíceis de usar, mas quando você os pega vê que têm o tamanho ideal e todos os botões estão ao alcance dos dedos, o uso deles é extremamente intuitivo e rapidamente qualquer já fica íntimo da dupla, são gostosos na mão também. A única crítica via para a falta de precisão do acelerômetro, mas ainda assim consegue ser mais preciso do que as alavancas dos controles da Sony, mas essa falta de precisão não chega a atrapalhar e aidna assim, agora saiu um acessório para o Wiimote que aumenta essa precisão, chamado Wii Motion Plus, esse acessório vem com o jogo Wii Sports Resort, mas também pode ser adquirido separadamente. A alavanca analógica do Nunchunk tem ótima precisão. Concluindo, só tenho elogios a fazer à dupla Wiimote e Nunchunk, revolucionaram a maneira de interagir com os jogos de maneira fácil e acessível, belíssimo trabalho da Nintendo.

Xbox 360

            O controle do Xbox 360 não tem nome, mas isso não o desabona em nada. Esse controle é excepcional, a dupla do Wii é excelente, mas esse você não precisa aprender a usar, tem o tamanho ideal, é um pouco mais pesado do que os outros e a posição dos botões estão ótimas, seguindo a tendência atual também é sem fio, assim como o Wiimote usa pilha, tem função vibratória e conta com 9 botões, A, B, X, Y, back, start, X (home) RR, LB, um direcional digital, duas alavancas analógicas, mas ao contrário do controle da Sony, aqui uma delas fica na posição de direcional principal, o que é muuuuito melhor do que a posição secundária que a Sony escolheu, e mais dois gatilhos LT e RT.

            A precisão das alavancas analógicas é excelente e os gatilhos estão muito bem posicionados e têm um bom tamanho, não achei nenhum defeito nesse controle, existe também uma versão dele com cabo USB que pode ser usado nos PCs.

PC: Mouse e Teclado

            A dupla do PC tem fãs e inimigos declarados, talvez eu possa ser incluído no segundo grupo, mas tentarei fazer uma análise justa. O mouse é muito preciso para se jogar um jogo de tiro em primeira pessoa e o teclado é abundante em botões, o que pode gerar milhares de atalhos, mas esses botões foram feitos para digitação e não jogos, logo as suas posições não são das melhores para isso, ao jogar um jogo de corrida, o jogador tem aceleração plena ou nula, não dá pra acelerar ou frear gradualmente como nos gatilhos dos controles, outro tipo de jogo em que esse conjunto leva vantagem é o de estratégia em tempo real, embora eu não tenha experimentado um RTS no Wii para ver como fica, nos demais gêneros de jogos a dpla Mouse e Teclado tem desempenho sofrível, mas sempre é possível comprar algum controle da sua preferência para se jogar no PC.

PS.: Por algum motivo estranho não consegui postar as fotos, se mais tarde eu conseguir posto aqui.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Análise: Rumble Roses XX



Um game de luta diferentemente de outros títulos por ai onde os participantes são todos do sexo feminino, um prato cheio pra todos os marmanjões no mundo dos games.Já que os games de lutas são territórios quase total masculino, é bom de vez em quando ter um jogo assim para distrair.

Bom, falando um pouco mais do game, ele conta com gráficos no mínimo bonitos, existem vários modos de luta, como luta de Rua, Exibição e um Resort onde as participantes podem lutar. Nesse ultimo, pode-se escolher uma penalidade onde a perdedora da luta tem que cumprir.

Falando em modos de luta nos temos, Lutas de Exibição onde você vai poder jogar todos os outro modos, mas nesse lugar você pode desafiar um amigo ou a própria I.A. do game. Lutas em um lugar chamado Skycrapper, Red Valley, Arena, Lutas de Rua e no Resort, esses são os locais onde ocorrem as lutas e nos locais Skycrapper, Red Valley e Arena ocorrem tipos de lutas aleatórios como lutas em duplas, duas contra uma, uma contra duas, lutas de três ou quatro personagens onde é cada um por si, etc...

Falando do gameplay das lutas, agora você conta com golpes de submissão que carregam uma barra que possibilita você usar golpes mais fortes como Killer e Lethal Moves, além disso, existem certos golpes de submissão que causam certo constrangimento ao oponente que, por sua vez, carregam uma outra barra que, quando está totalmente carregada, possibilita que você use um movimento chamado Humilaton Move.

Quando você está em uma luta com sua parceira, se ela tiver pelo menos uma barra de especial, (vamos chamar assim) vocês podem e executar um movimento chamado X Move, aliás, se você tiver uma parceira, quando vocês estiverem recebendo um ataque do qual não consegue se livrar sua parceira pode te ajudar, mas calma lá nem tudo é alegria no reino das Rosas isso quer dizer que o mesmo vale pra sua oponente.

E conforme você vence as lutas, sua lutadora recebe mais popularidade e, quando essa popularidade alcança pelo menos o numero de 80 você tem acesso a uma roupa de Super Star pra sua lutadora que te dá movimentos mais fortes.

Existe também uma sala onde você pode editar jogadoras ou até mesmo criar uma ao seu próprio gosto, editando desde características físicas até estilo de luta.

A câmera cobre a arena de lutas toda focalizando mais nas lutadoras, com uma musica de fundo apenas nas apresentações das lutadoras e menus. Aliás, as apresentações das lutadoras já são um show aparte.

Esse game ainda conta com uma loja onde você pode comprar roupas, acessórios e até mesmo poses para suas lutadoras realizarem em certas ocasiões, claro que tudo isso a um custo. Ai vocês me perguntam: Como posso comprar tudo isso? Calmo lá, pequeno gafanhoto. Nas lutas, quando você vence ou perde (claro que sempre é melhor vencer) isso lhe rende pontos e também se você conseguir vencer ganha um pouco de fama. E se perder? Bom, aí você perde fama, claro. Achou que mesmo assim iria ganhar alguma coisa? Por ser ruim e ficar babando pelas garotas, além de você poder tirar fotos de suas lutadoras favoritas e vê-las quando quiser.

Falando um poço dos golpes os golpes não são muito difíceis de se utilizar usando uma combinação simples de botões direcionais e os botões de golpes você vai facilmente aprendê-los e usa-los intuitivamente. Em relação às lutadoras elas apresentam algumas diferenças físicas obvias e algumas, mas a meu ver poucas diferenças nas técnicas, algumas são melhores em dar socos e pontapés e outras melhores nas técnicas de submissão, mas geralmente são bem equilibradas.

sábado, 5 de setembro de 2009

Análise: Resident Evil 5


Apesar do que os fãs mais chatos falam, Resident Evil evoluiu, e muito desde o 4º episódio o jogo está muito mais completo, e esse RE trouxe inovações muito bem vindas em relação ao 4º.

           

Como sempre, comecemos com a parte técnica, a CAPCOM quebrou a tradição japonesa de sempre começar um jogo do zero e usou o excelente motor gráfico Unreal Engine 3, usado em Gears of War, entre outros. Com isso o jogo está lindo, principalmente no XBOX 360, no PS3 nem tanto, no console da Sony ainda existem serrilhados nas bordas e pontas angulosas típicas do PS2, aliás quanto mais eu jogo o PS3 mais eu vejo que isso é uma constante, mas não estou aqui para analisar o console da Sony, portanto, voltemos a Resident Evil 5, o cenário está bastante interativo e todo lugar onde o jogador da um tiro fica marca, os utensílios podem ser derrubados das mesas, portas podem ser quebradas, mas as construções ainda são indestrutíveis, as animações estão bem naturais, o que gera imagens engraçadas que você vai querer ficar fazendo com os majini, a excelente mira laser está de volta também, quando um dos personagens está morrendo, aparece um comando na tela para salvá-lo, isso será feito socando ou chutando o inimigo ou dando uma injeção para “ressuscitar” o parceiro.

O som está ótimo, as dublagens ficaram bem sincronizadas e os sons de jogo são convincentes. A jogabilidade é um capítulo à parte, fantástica, e desta vez o jogador tem mais opções de controle, o padrão é igualzinho ao usado em Gears of War, ou seja, com o analógico esquerdo usado pra ir para frente e para trás e o direito para virar, mas ao contrário de Gears, ainda não é possível andar atirando, o que aumenta a tensão na minha opinião, pra quem não jogou o game da Epic fica muito estranho, mas é possível acostumar, pessoalmente usei o tipo D que é idêntico ao usado em RE4. A ação não pausa mais quando o jogador acessa o inventário, em compensação a troca de armas está muito mais rápida e eficiente, bastando apertar o botão correspondente no direcional digital, aliás o inventário agora lembra mais o usado em Resident Evil Zero, consistindo em 9 casas, que podem carregar, cada uma, um tipo de item até que se atinja a capacidade máxima para esse item.

           A estória se passa alguns anos depois de dos eventos narrados em Resident Evil 4, os zumbis são do mesmo tipo encontrado na versão anterior e agora existem até mesmo plagas voadoras, mas achei que a variedade diminuiu um pouco, mas estão bem mais rápidos e inteligentes, sabendo até mesmo pilotar motos, aparentemente Wesker trouxe as plagas para o continente africano para realizar suas experiências, e dessa vez ele tem planos maiores, os personagens jogáveis são o já conhecido dos fãs Chris Redfield e a novata africana Sheva Alomar.

            As fases estão bem variadas, o jogador enfrentará labirintos subterrâneos, terá que usar uma lanterna para atravessar cavernas, atirará nos zumbis pilotando motos com uma metralhadora montada num jipe, entre outras coisas, existe um grande equilíbrio entre a ação e a resolução de quebra-cabeças, a exploração está maior do que no game anterior, afinal todo mundo vai querer achar todos os BSAA emblems, assim como a variedade de caminhos pelas fases.

            Dessa vez o único modo de jogo que se pode desbloquear é o já tradicional Mercenaries, mas as outras perfumarias também estão presentes, como roupas, files que contam a história da série, entre outros. As máquinas de escrever não estão no jogo, o salvamento agora é automático, ainda é possível fazer upgrades nas armas, que aliás, estão mais realistas dessa vez, mas o mercador não existe mais, você simplesmente compra ou faz os upgrades antes das fases.

           

A maneira mais divertida de se jogar Resident Evil 5 é no modo cooperativo, nesse modo um jogador controlará Chris enquanto que o outro controlará Sheva com a tela dividida, Chris é mais forte mas não há diferenças significativas entre os dois, aqui faço uma critica, para se jogar nesse modo é preciso entrar com outro profile, não é possível simplesmente entrar com o segundo controle e começar a jogar, o que força a começar a fase desde o início, mas tirando isso o jogo nesse modo fica absurdamente divertido.

            A conclusão? Melhor jogo do ano sem sombra de dúvidas, a CAPCOM se superou nesse capítulo da sua série mais rentável. O jogo está animal, e mesmo não mudando quase nada ao terminar uma vez, parece ter a mesma coisa do RE4 que faz com queiramos ficar jogando uma vez atrás da outra, indispensável para quem tem um dos dois consoles citados ou um PC muito forte.


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Serious Friday: Disney compra Marvel



Na última segunda-feira, a Disney anunciou a compra da editora Marvel por US$4 bilhões, achei barato esse preço por uma companhia que tem entre os seus personagens, Homem-Aranha e X-Men. O que isso tem a ver com jogos? Ora, assim como nos filmes, a Marvel vem obtendo bastante sucesso no mundo dos jogos, como exemplo posso citar os ótimos X-Men Legends 1 e 2, Ultimate Spiderman e Spiderman Web of Shadows e Marvel Ultimate Alliance.

            Acontece que a Disney distribui os próprios jogos, assim como nos seus filmes, e a Marvel tem contratos com outras distribuidoras, e como vai ficar a situação desses contratos ainda não está claro, no momento há títulos que estão previstos para serem publicados pela Activision ("Marvel Ultimate Alliance 2"), Sega ("Iron Man 2") e Gazillion, que produz um jogo online sem limite de jogadores com personagens da editora.

                Embora tenha feito um bom trabalho com Kingdom Hearts, a Disney não tem tido muito sucesso nos seus jogos, pelo menos na minha opinião os jogos de Piratas do Caribe e os outros com a turma do Mickey não ficaram tão bons, mas eu espero que eles consigam um trabalho melhor com os heróis da Marvel já que esses são mais complexos que a turminha do camundongo. Do ponto de vista empresarial foi ótimo para a Disney, é esperar pra ver como ficarão os jogos, tenho certeza de que eles farão um jogo misturando os dois universos, talvez no estilo Kingdom Hearts? Seria ótimo.