segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Análise: Persona 4




Um game de RPG seguindo o mesmo estilo de seus antecessores Persona 3 e Persona 3 FES. Desta vez a ação se da em uma cidade mais do interior, com quase zero de ligação com os jogos anteriores.

A trama se desenrola por meio de um misterioso canal de TV que aparece sempre a meia noite e só em dias nublados, o game continua com o sistema de links sociais como nos seus antecessores, agora você tem alem dos três status anteriores Inteligência, Coragem e Charme, mais dois, Bravura e Persistência.

Os combates acontecem por turnos e você pode agora comandar os turnos de seus aliados, porem agora você não tem mais a opção de mandar seu grupo explorar sozinho. A ação não se dá mais em uma torre, mas sim em meio a canais de TV que só os seus personagens tem acesso, outra mudança é que agora você entra na TV só a tarde e não mais noite, o que em minha opinião é muito ruim já que assim você perde um pouco de tempo pra desenvolver seus links sociais.

Mas nem todas as mudanças deixam a desejar, agora você além de poder pegar as quests com as pessoas que querem, você também pode pegar com uma raposa que acaba por desenvolver link social também com você, além de passar quests pra você fazer nas dungeons, ela pode restaurar sua energia claro com um custo, mas conforme seu link social com ela se desenvolve esse custo se torna menor.

No mais o sistema permanece o mesmo, mas ainda assim o game continua muito divertido. Outra mudança que eu acho boa é que você tem que vender certos materiais encontrados nas dungeons ao vencer os inimigos, além disso, agora você tem uma quantidade limitada de tempo para realizar um objetivo, se você não conseguir realizar seu objetivo dentro desse tempo irá dar game over no jogo mas não se desespere você ainda assim tem uma opção de voltar dez dias no tempo ou no seu ultimo save para tentar de novo.

A quantidade de Personas que você pode controlar no jogo continua igual com alguns personas deferentes, e seus amigos do grupo ainda não podem mudar seus personas, mas como nos outros depois de certos eventos os personas de seus amigos podem evoluir.

E o sistema de fusão continua no mesmo esquema de fusão normal, tripla, quádruplo, quíntuplo, sêxtuplo e com algumas condições como, Itens, Dias ou mesmo Condições Climáticas.

sábado, 29 de agosto de 2009

Análise: Shadow of The Colossus


Shadow of the Colossus foi aclamado por muitos como uma verdadeira obra de arte, chegando a ser até mesmo comparado com Zelda e Metal Gear, a minha opinião sobre isso? Blasfêmia, esse jogo é horrível, não que seja impossível falar algo de bom sobre ele, talvez no geral ele nem seja tão horrível assim, mas definitivamente está muito longe de ser uma obra-prima do quilate dos supracitados.

Ao começar, o jogador tem a impressão de que participará de uma aventura épica, mas fica só na impressão, visualmente o jogo é muito bonito para os padrões do Playstation 2, até demais já que a taxa de quadros é bastante inconstante, o som é competente, mas o que irrita, e muito, é a jogabilidade, mover o herói é uma luta contra o controle, já sofrível do console da Sony, a movimentação do personagem, embora realista, é muito lenta e irrita profundamente, suas habilidades como espadachim estão longe de um mestre Yoda e não vão melhorar. O objetivo consiste em derrotar os gigantes colossus no intuito de salvar uma menina que aparece no início do jogo, porém não existem mais detalhes sobre ela, a narrativa e o enredo praticamente inexiste. Para derrotar os gigantes o jogador conta apenas com uma espada, que também ajuda a achá-los, porque eles não ficam simplesmente andando por aí, o mapa é grande e um labirinto, e caçar os Colossus é uma coisa muito maçante de se fazer, não existem outros inimigos no game, então você fica andando um tempão até encontrar os bichos, não que seja difícil, e a única coisa interessante é tentar ultrapassar os obstáculos, o que cansa rápido já que não estamos falando de um Prince of Persia ou Zelda. Ao encontrar o colossi a coisa fica um pouco mais interessante, cada um é diferente e exige uma estratégia única para derrotá-lo, existe uma câmera que fixa no inimigo, o que é bom, mas prepare-se para xingar bastante o pretenso herói devido à sua imensa ausência de habilidades interessantes, para matá-los, basta ficar a espada no ponto fraco, mas você terá que chegar até ela, escalando o bicho por exemplo.

São 16 Colossi para matar, poderia ter sido um jogo bem interessante se a história tivesse sido mais bem desenvolvida, mas acabou saindo um jogo extremamente chato onde o jogador tem ao mesmo tempo a sensação de liberdade e solidão, já os únicos seres de vida parecem ser Wender, o seu cavalo, os Colossi e outras criaturas esparsas que em nada contribuem para a experiência.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Serious Friday - PS3 Slim

Atualmente, o PlayStation 3 mais barato é vendido a US$ 300 (com disco rígido de 80 GB). Em 1º de setembro, a Sony coloca nas prateleiras dos Estados Unidos o modelo Slim, mais compacto e com disco de 120 GB pelo mesmo preço US$ 300.

Pelo jeito a Sony está tentando correr atrás do prejuízo, apostando em um modelo mais compacto do seu console assim como aconteceu com os seus consoles anteriores PSX e PS2, mas mesmo assim o console parece que ficou mais caro do que o preço de venda. Você deve se perguntar, qual a importância disto? Simplesmente tudo. Afinal pense comigo: se o console ficou mais caro do que eles estão vendendo eles vão ter que ganhar em algum lugar, logicamente isso pode ser uma má noticia principalmente para os gamers tupiniquins por que eles podem muito bem aumentar o custo dos games ou da PS3 Network quem sabe ainda poderiam aumentar o preço dos periféricos e também começar a lançar atualizações que podem impossibilitar o console de ler certos games.

Assim forçando seus gamers a fazerem varias atualizações para que sua biblioteca de games possa funcionar perfeitamente

Resumindo, a Sony conseguiu fazer um PS3Slim que não é Slim.

Serious Friday: Heavy Rain em português



No finalzinho da semana passada essa notícia causou um reboliço nos sites brasileiros, Heavy Rain será um jogo de mistério que promete atingir um novo patamar no que se refere à atuação dos personagens.

O game está sendo desenvolvido pela Quantic Dream, responsável também por Indigo Prophecy, game de mistério para PC muito bom, Romain Castillos, gerente de localização e produtor associado do jogo revelou na Gamecon de Colonia que o game terá dublagem e legendas em 10 línguas: inglês, francês, alemão, espanhol, italiano, holandês, russo e polonês, além do português e japonês (na edição oriental do game). Além de legendas em mais seis idiomas: chinês, coreano, sueco, dinamarquês, finlandês e norueguês.

E foi essa informação sobre a presença do português que animou muita gente, mas vamos analisar o contexto, o jogo está sendo desenvolvido apenas para Playstation 3, em Portugal o console da Sony vende mais até mesmo do que o Wii e o jogadores lusos compram jogos originais.No que aqui no Brasil teríamos um mercado absurdamente maior do que o português, porém o brasileiro só compra jogos piratas, em grande parte graças aos altos impostos que fazem com que os originais atinjam preços absurdos.

Após analisar esse cenário, qual o motivo para a Quantic Dream usar o nosso português? Nenhum, então é lógico que o idioma usado será o luso, talvez se o game fosse sair para PC teríamos no nosso português, afinal a EA faz isso com os jogos dela e deve ter um bom motivo para tal.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Preview: Darksiders: Wrath of War


Hoje não farei uma análise, guardarei as quintas-feiras para falar sobre a minha expectativa sobre algum jogo futuro. O game da vez hoje é o supracitado Darksiders: Wrath of War.

Nesse jogo, você poderá controlar um dos 4 cavaleiros do Apocalipse, no caso Guerra, nosso herói fez a besteira de trazer o Apocalipse mais cedo do que deveria e agora tem que consertar essa cagada, a primeira vista o jogador pode pensar que está diante de uma espécie de God Of War ou Devil May Cry, mas não, o jogo será um RPG de ação, lembrando um Legend of Zelda sombrio e cheio de sangue, será possível usar armas de melee, como espadas, ou ranged, como pistolas.

Você poderá se divertir dilacerando hordas de demônios e coletar suas almas para usar como moeda para a compra de upgrades e itens. Outra semelhança com Zelda é que aqui o jogador também terá um cavalo para se deslocar pelo mundo em ruínas, mas ao contrário de Epona, esse bota fogo no caminho. A visão será em terceira pessoa, o que permite cenas muito interessantes.

Darksiders: Wrath of War promete ser um jogão, bebendo de fontes consagradas, se essa colagem funcionar aí está um excelente motivo para comprar um Xbox 360. O jogo também sai para Playstation 3.


terça-feira, 25 de agosto de 2009

Análise: Persona 3 e Fes



Como todo jogo de RPG, o que vocês esperam que eu diga aqui? Ganhará um doce quem acertar!

O jogo conta com uma câmera excelente na qual é possível controla-la e virá-la 360º, uma trilha sonora interessante, uma historia envolvente, personagens carismáticos e, um sistema de atributos escolares que são: Carisma, Inteligência e Coragem, alem de muitos personas para você poder usar em batalhas e muitas combinações possíveis com eles.

Além do bom e velho sistema de level up! Conhecido por todos nos fãs do estilo, bom pra quem é novato nesse jogo pode estranhar que o personagem não passa de nível, mas sim o persona isso é mais percebido no caso do personagem Principal e posterior mente com outro personagem. Pra quem joga o (Fes), a respeito de outros status, como força, defesa e agilidade para o personagem principal ele assume os status do persona que está em uso.

Você também terá que desenvolver seus links sociais que são como a amizade na vida real, além de desenvolver o relacionamento com as garotas do jogo até torná-las namoradas (mas nada de harém, uma por vez), outro motivo para desenvolver seus links sociais é que conforme os links sociais aumentam também aumenta a força do persona daquela arcana. Arcana é o tipo do persona.

A área do jogo é somente dentro de uma cidade e nela você pode apenas mover-se entre suas estruturas e no interior das mesmas, mas mesmo assim você tem bastante espaço para explorar, como dentro da escola, shopping, nas estações de trem da cidade, dormitório etc.

As batalhas ocorrem dentro de uma torre Chamada Tartarus que durante o dia tem outra forma, que você conhece muito bem, o sistema de batalha é por turnos você escolhe sua ação, confirma e espera ela ser realizada. No inicio, os outros personagens do seu grupo decidem suas próprias ações, mas com o decorrer do game você acaba aprendendo novas táticas inclusive a de controlar seus amigos.

Outro ponto importante é que dentro da torre do tartarus você pode mandar cada membro do seu grupo explorar o andar sozinho, apesar de que eu não aconselho você a fazer isso no começo, pois as shadows podem ser poderosas para você e seus amigos.

Também existe um sistema de quests onde você pode aceita-las depois de um certo tempo de jogo e também um sistema de fusão de personas para o personagem principal, no qual você deve ter certos tipos de personas para poder fazer um terceiro, pode-se fazer fusões com 2, 3, 4, 5 e 6 personas mas algumas destas fusões requerem itens especiais ou condições como data ou andar na torre.

Agora um pouco de historia. Alguns anos antes do inicio do game ocorreu um acidente onde as shadows foram liberadas e entre elas uma entidade conhecida como Reaper que depois de muita destruição e caos essa entidade foi selada no interior de uma criança que estava por perto na ocasião.

Análise: Fire Emblem: Path of Radiance


Plataforma: Gamecube


Surgido em 1990 para o Super Nintendo, Fire Emblem é um verdadeiro marco, trata-se de um RPG tático que tem nessa a sua primeira versão ocidental para consoles de mesa, existem outras duas edições para Game Boy Advance, mas todas as outras são exclusividades dos japoneses.

Essa é a primeira vez que a série tem gráficos 3D, o resultado ficou bastante bom, com poucas partes serrilhadas perceptíveis. O som é orquestrado e te dá a sensação de estar numa aventura épica cheia de heroísmo. Os controles são simples e funcionais, é possível aproximar ou afastar a câmera em três posições e ainda girá-la em 45° para os dois lados, de modo que o jogador pode sempre ter a melhor visão possível do cenário. Os vídeos que ajudam a contar a estória são bonitos e mesclam o tipo de imagem visto em animes com personagens em 3D bem modelados.

A história, sempre muito importante num RPG, gira em torno de Crimea, um reino que foi tomado por Daein, cuja única sobrevivente é a princesa Elincia, esta, ao fugir se depara com os mercenários de Greil que a resgata e protege, eles resolvem levá-la para Galia, o reino vizinho, lar da tribo felina dos lazgul, lazgul são seres q parecem humanos, mas podem se transformar em animais.  Mas acontece que os lazgul tinha sido escravizados pelos humanos anos atrás e, por mais que Galia e Crimea sejam aliados e tenham trabalhado ba

stante para acabar com as rixas entre as duas esécies, Galia resolve não entrar em guerra com Daein, deixando a princesa Elincia sozinha, apenas lhee dando uma quantia em dinheiro, Greil morre e então seu filho Ike, o principal personagem do jogo, assume o bando de mercenários, Elincia então contrata o bando para ajudá-la com a libertação de Crimea e a aventura realmente começa. A estória é tão envolvente, com cada personagem tão bem desenvolvido que você não vi querer perder nenhum.

É muito difícil achar algo para se reclamar em Fire Emblem: Path of Radiance, as únicas reclamações que eu faço é o fato de os pontos de experiência ganhos por cada personagem serem aleatórios, mas isso não chega a comprometer a jogabilidade, e as animações terem ficado muito simples para o potencial do Gamecube,as batalhas se dão em campos quadriculados e são por turnos, cada personagem tem suas características próprias, eles se movem distâncias diferentes e os diferentes tipos de armas seguem a lei pedra-tesoura-papel, tudo bem explicado por um tutorial de fácil compreensão. Existem diversos objetivos nas 29 missões, o jogador terá que, hora matar todos os inimigos, hora defender um local específico, ou então chegar a um local específico e tomar pose ou fugir, os humanos podem evoluir de classe, enquanto que os lazgul não. No game é possível comprar armas, achá-las ou forjá-las. Seu exército irá crescer conforme for avançando na aventura, agregando uma enorme diversidade de opções para as batalhas.

Ao terminar o jogo, um novo modo é destravado, onde o jogador terá que cumprir objetivos em mapas mas sem uma estória por trás, mais coisas podem ser destravadas ao conectar um GBA com o jogo Fire Emblem: Sacred Stones ao Gamecube.

Fire emblem: Path of Radiance conseguiu elevar o nível da franquia nessa primeira incursão ao universo 3D, com uma mecânica de jogo bem desenvolvida e um forte componente tático, o jogo vai agradar tanto a iniciantes quanto a veteranos. A história é envolvente e a personalidade dos personagens é bem desenvolvida. Este é sem dúvida o melhor RPG tático que existe e é altamente recomendado para quem quer um jogo inteligente com uma bela história.


segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Análise: Lost Odyssey: Você pode não ser imortal, mas esse cara é



Um RPG excepcional (oras o que mais eu posso dizer eu sou um fã do gênero), neste game o mundo se divide em três reinos.

A República de Uhra depois de se desenvolver por séculos como uma monarquia, Uhra se tornou uma república governada pelo rei Zypha, O estado oceânico livre de Numara A Rainha Ming, conhecida como ”A rainha de mil anos de idade” em referencia à duração do seu reinado, governa a nação de Numara, nas ilhas do sul e O Reino de Gohtza Uma nação extremamente industrializada a norte, Gohtza se envolveu ativamente na pesquisa mágica logo após sua descoberta.

Bem falando dos gráficos eles são um espetáculo a parte e a câmera simplesmente em minha opinião é a melhor câmera possível para jogos de RPG, a visão é uma vista aérea com a qual você pode ver todo o campo a ser explorado e se precisar ver alguma coisa mais de perto você tem um botão que dá zoom na tela do campo pra você.

Os personagens são Kaim Argonar Incumbido de uma vida que não pode perder, ele viajou de um campo de batalha para o outro por mil anos. Na jornada infinita de sua vida, Kaim sempre foi livre – e sempre sozinho. Seth Balmore Uma pirata lendária e uma aluna da magnificência e da crueldade da Mãe Natureza, Seth passou a eternidade desbravando as maravilhas do mundo, Ming Numara Fundadora do estado oceânico livre de Numara, Sarah Sisulart, freqüentemente é difícil para ela ser honesta com os outros, mas entre amigos ela se abre de maneira surpreendente. Jansen Friedh é um homem de instinto e não de razão, suas jornadas recentes o levaram a Uhra. Cooke é muito mais sábia do que sua idade leva a crer, Cooke protege e cuida de seu irmão mais novo Mack, embora tenha sempre vivido à sombra de sua irmã extrovertida e inteligente, Cooke, ele é mais resistente do que parece. Sed, no leme do seu navio submergível, o Nautilus, Sed é considerado um nobre pelos piratas, um homem que protege os fracos dos fortes e Tolten. Depois da misteriosa morte de seu pai o Rei Zypha, o Príncipe Tolten seria o herdeiro do trono. Entretanto o sangue não significa nada.

As batalhas são por tunos e existe um sistema de anéis que você pode usar que dão danos elementais ex: fogo, danos por status ex: envenenamento Danos por dreno ex: dreno de HP e MP, Alem de um sistema de skills de itens e link de skills com outros personagens que só os imortais podem usar.

Com relação a magia os imortais não tem por natureza afinidade com a magia eles devem estar ligados com um outro personagem mortal ou com um item que possibilite o aprendizado, e dentro das magias temos 4 divisões delas White Magic, Black Magic, Spirit Magic e Composit Magic.

As habilidades dos imortais podem ser conseguidas dos itens ou linkadas dos outros personagens depois de você conseguir certa quantia de SP.

Com uma historia muito bem feita a trama envolvente Lost Odyssey é um game que sem sombra de duvidas é super indicado aos fãs desse estilo.

domingo, 23 de agosto de 2009



Recentemente a série Mario Kart  foi considerada a mais influente da história dos games, se você concorda ou não, é outra história, mas é fato que foi ela que estreou a anarquia nos jogos de corrida. Para quem não conhece, o game consiste em reunir os personagens da franquia mais famosa da história dos games em corridas de kart.






Embora nessa versão os carrinhos não pareçam com karts, eles levam a cara dos personagens, mas isso em nada atrapalha a experiência, todos os jogos da série são bons, muita gente pode reclamar que a Nintendo só faz jogos do Mario, mas a verdade é que eles são sempre muito bons, tecnicamente não há o que reclamar em Mario Kart Double Dash, os gráficos são excelentes, o som é agradável, os controles são fáceis e o jogador nunca ficará frustrado com eles como ocorre em outros jogos, a inteligência artificial pode ser bem implacável nas dificuldades superiores, a curva de dificuldade cresce suavemente, de modo que o jogador novato melhorará aos poucos e não ficará travado em alguma corrida.

O game é jogável para até 4 pessoas e existem vários modos de jogo,  e é aí que vem a grande novidade do jogo, são dois personagens por kart, um deles dirige o kart e o outro usa os itens, quando o jogador pega dois itens de uma vez, os personagens trocam de lugar na hora de usar o segundo, com essa mecânica, é possível jogar sozinho ou em duplas em qualquer combinação possível,  decidido o número de jogadores, existem dois tipos de disputa, campanha e batalha, na campanha aparecem os 3 níveis d dificuldade inicias e as 3 copas iniciais, conforme o jogador avança nas copas desbloqueia carros, pistas e personagens novos, inicialmente são 16 personagens e 8 karts. O já tradicional modo batalha é subdividido em 3 tipos diferentes, o clássico Ballon Battle, onde cada jogador deve estourar os 3 balões do adversário, o Shine Thief, uma espécie de rouba bandeira que vence quem ficar com o shine até o final do tempo, e o Bomb-omb Blast em que é preciso explodir os rivais até que se façam 3 pontos, todos esses modos contam com os mesmos 4 mapas e são muito divertidos.

sábado, 22 de agosto de 2009

Análise: Enchanted Arms


Bem o que eu posso disser deste game alem de impressionante, bem como um fã confesso de RPGs eu achei ele um game completo, uma boa historia, bons personagens e bons (mas ainda assim) inimigos.

Bom a historia começa em Yokohama City um tipo de cidade/Academia Militar onde vivem nossos personagens principais da historia, O primeiro e mais importante deles é o Atsuma um aluno (que vai acabar lembrando muitos de seus dias de escola) preguiçoso ao extremo, Em seguida temos Toya um aluno que é o primeiro da classe o cara que todas na academia amam e amigo de atsuma desde que este veio para a academia, Makoto uma Mulher presa no corpo de Homem (como atsuma mesmo diz) e ele também é um amigo de Atsuma e Toya, Karin de Londom City ela também é uma expert no estilo marcial de Londom, Raigar um brutamontes gente boa guarda-costas de karin e Yuki uma Golem Hunter que aparentemente só pensa em dinheiro.

O game tem bons gráficos, boa jogabilidade, cenários muito bonitos, no game você tem um mapa do mundo grande com muitas opções para a exploração e a meu ver um ótimo sistema de câmera que faz com ela fique sempre atrás do seu personagem, mesmo não sendo uma câmera fixa ela já ajuda muito.

Bom além de todos os personagens principais o game ainda conta com cerca de 100(cem) Golens, uma espécie de robôs que podem ser usados como aliados em batalhas.

O sistema de combate é como se fosse um jogo de tabuleiro e você tem que usar de certa estratégia para vencer os combates usando o menor número possível de turnos e tomando o menor número possível de dano já que a cada turno extra de duração de uma batalha você perde 1 vp e a cada dano tomado você perde também um 1 vp e você deve ter cuidado com seu vp por que se ele chegar a zero quando você entrar em uma batalha você aparecerá com HP e EP zero para o personagem seu perdeu todo seu vp, você pode recuperar esses pontos em pontos de recarga específicos espalhados pelo mapa ou pelo uso de itens específicos, E os combate seguem o velho padrão pedra, papel, tesoura quer dizer Água vence Fogo, Vento vence Terra e Luz vence Trevas/dark.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Análise: Fallout 3 Vá atrás do seu papai


Bom nesse jogo de RPG eles tentam trazer mais fãs ao estilo nesse caso gamers de jogos de tiro.

Você controla um personagem desde o nascimento até a fase adulta, quando você esta pra nascer é te dada uma escolha que depois não pode mais ser mudada, pelo menos eu nunca tentei, deixa o jogo mais parecido com a vida assim, é referente ao sexo do personagem você escolhe se vai ser menino ou menina.

E, como em FABLE, um jogo que em breve falaremos aqui, você pode ou não ser bonzinho, isso quer dizer que aqueles personagens que ficam te enchendo vocês podem mandar bala neles (como eu queira que fosse assim também na vida real). Bom, mas sonhos aparte você pode também roubar itens na casa dos outros, mas assim como matar um cidadão “inocente” quando você faz isso você perde pontos de Karma.

O game se passa em um mundo Pós-Apocaliptico e você é um cidadão do Vault, uma espécie de cidade subterrânea enterrada em uma montanha, um belo dia seu pai descobre a verdade sobre o vault e ele decide deixar o lugar sem nem ao menos se despedir, que pai você arranjou heim? Bom, a partir daí você tem que escapar do vault e achar seu pai.

Com um belo trabalho gráfico e uma boa câmera, apesar da falta de um mini-mapa o porquê eu digo que o mini-mapa faz tanta falta é que quando estamos em uma “Quest” é muito incomodo o fato de você ter que parar pra checar no mapa se você está no caminho certo e também pelo fato do jogo se passar em um mundo aberto e sem um mini-mapa você acaba por se perder muito.

Bom o jogo tem uma boa quantidade de armas tais como Pistolas, Facas, Lançadores de Mísseis, Metralhadoras como as do Rambo e até mesmo Pistolas Laser, além disso, você tem a possibilidade de escolher entre visão em 1º e 3º pessoa.

Em relação ao modo de batalha pode se dividir em dois o em tempo real e por turnos, você tem a opção de atacar os inimigos direto fazendo uma mira simples ou utilizando um equipamento ganho ainda quando criança e equipado automaticamente chamado de Pip Boy 3000, esse equipamento alem de servir para fazer mira é através dele também que você tem acesso às armas, armaduras e ao mapa do jogo.

É um jogo que eu recomendo, apesar também de ser um pouco chato no começo bom o chato é o fato de quando você começa todos os inimigos do jogo parecem ser muito mais fortes que você, por exemplo, é difícil até de matar uma barata no começo, mas depois que você se acostuma o jogo passa a ser altamente viciante.

Análise: Plants Vs Zombies



Vez ou outra a gente se depara com alguma coisa na indústria da cultura e logo nota que será um clássico e esse é o caso, feito pela Pop Cap, mesmo estúdio de Zuma e Bejeweled, era de se esperar por boa coisa, afinal os caras de lá são peritos em jogos casuais para PC, mas dessa vez eles se superaram, Plants VS Zombies é daqueles jogos que você passa horas jogando sem ver o tempo passar.
Primeiro aos detalhes técnicos, visualmente o jogo é bonito, nada no estilo da atual geração de consoles, mas tem um acabamento muito bem feito, não é um jogo pesado, mas alguns notebooks podem ter dificuldades, na parte sonora temos um som simples, mas que não enjoa, lembra os jogos antigos, a jogabilidade é toda com o mouse e muito intuitiva.


O game consiste em tentar manter os zumbis longe da sua casa, para isso você conta com um arsenal de plantas com diversas funções, é preciso acumular luz solar para plantar, luz que cai do céu em pequenas quantidades, mas existem plantas que darão ao jogador luz solar d tempos em tempos, os tipos de plantas são os mais variados possíveis, plantas d ataque que cospem sementes, plantas explosivas, carnívoras, de defesa, o jogador ganha essas plantas conforme avança no jogo. Os zumbis, ah, os zumbis, muito divertidos, são tão variados quanto as plantas e muito engraçados, seu único objetivo é comer o seu cérebro, mas ficarão muito felizes em comer qualquer planta que atravesse o seu caminho. Mas onde os produtores foram realmente geniais foi na relação de força entre os diversos tipos de plantas e zumbis, é extremamente equilibrada, de forma que você nunca encontrará um obstáculo demasiadamente difícil ou terá uma planta capaz d ganhar sozinha.















O fator replay do game é muito alto, depois de terminar a campanha principal ainda sobram vários minigames e quebra-cabeças para serem feitos, além de um modo survivor além de outras coisinhas que não falarei aqui para não estragar muito a surpresa, mesmo a campanha principal tem algumas diferenças quando jogada de novo.
Enfim, Plants VS Zombies é um game fantástico, tem tudo pra se tornar um clássico dos PCs, é o melhor trabalho da Pop Cap, não se deixe enganar pelo visual bonitinho do game, ele é bem inteligente e prazeroso de se jogar, muito recomendado.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Apresentação

Bem vindo a todos que estão lendo essas linhas, nesse espaço eu e o meu amigo ShinigBlades escreveremos as impressões que tivemos sobre os games que jogamos, talvez uma ou outra discussão sobre algum outro assunto relacionado, a idéia é ser uma alternativa às análises dos especialistas que escrevem nos sites especializados e nas revistas, nossas análises serão mais pessoais, mostrando se o game foi divertido de se jogar ou não independente da qualidade técnica, mas esta nunca será subestimada, sintam-se a vontade para concordar ou não, acrescentem a opinião de vcs se também jogaram, uma versão nunca pode ser considerada a verdade absoluta, façãm sugestões, atenderemos na medida do possível. Antes de encerrar preciso agradecer ao blog Girls of War (http://www.girlsofwar.wordpress.com), foi a minha inspiração, é ótimo, visitem as meninas também que não vão se arrepender.

Análise: Ninja Gaiden II Os Hayabusa Voltaram


Como primeiro post (Espero que de muitos), decidi falar de um game que por alguns pode ser dito como “LENDÁRIO” sem exageros, Esse game existe desde 1988 quando fez sua primeira aparição nos árcades.

Mas só depois de 20 anos, isso em tempo de games é muito, foi que a meu ver alcançou seu verdadeiro potencial nessa nova geração de vídeo games, é um jogo que mistura um bom enredo com inimigos novos na medida do possível, golpes alucinantes, muitas armas e as famosas magias ninja chamadas de nipons no game.

Acho que não só pra min como pra todos que jogaram ninja gaiden esse jogo realmente é ótimo.

O que eu vou falar agora é dos aspectos do jogo existem três tipos de armas no jogo. As principais como espadas, bastões e garras, as secundarias como a famosa Shiuriken (Estrela Ninja), Arco e Flecha e Shiurikens incendiaria e os ninpons as também famosas Técnicas Ninja.

No mais falando de aspectos técnicos acho que é um ótimo jogo, mas mesmo assim deixa a desejar como chefes que às vezes parecem impossíveis de derrotar. A parte no jogo onde você não consegue controlar a câmera isso é no mínimo frustrante. E também a momentos no game que fica sem som de fundo às vezes isso irrita um pouco, mas essas coisas são detalhes menores nada que atrapalhe muito a jogabilidade. Então mesmo com essas pequenas falhas ainda é um dos jogos que eu recomendo.

A Ninja Gaiden II é um game de ação muito bom mesmo para um fã do gênero e mesmo pra quem não é fã de ação eu recomendo!

Análise: Burnout Paradise


Sempre fui muito fã da série Burnout, principalmente depois que a EA assumiu em Burnout 3: Takedown, para quem não conhece, se trata de um jogo de corrida completamente árcade com enfoque na sensação de velocidade absurda e destruição, os carros são destruídos quando o jogador bate, nesse jogo não adianta muito procurar pela tangência perfeita nas curvas, você ganhará muito pouco, como geralmente pode-se bater de lado nas paredes e guard-rails sem ônus para o carro, a melhor estratégia é acumular nitro e usar o maior tempo possível.

Em Burnout Paradise a série estréia nessa geração de consoles com algumas boas idéias e outras más, uma escolha polêmica, particularmente eu não gostei, foi a quase total eliminação dos menus, com isso o jogador tem que voltar para o início da corrida para refazê-la depois de uma derrota e como o jogo se passa numa cidade bem ampla e cheia de caminhos, isso pode ser bastante frustrante. Para começar um evento, o jogador deve parar num semáforo, porém alguns eventos exigem um carro específico, o sistema que indica quais eventos já foram feitos é bem ruim e confuso, para dominar totalmente o jogo deve-se decorar a cidade, o que pode demorar muito e acabar com a paciência de muitos, graficamente o jogo está belíssimo, com efeitos de brilho fantástico e de luz e sombra bem eficientes, os carros estão bem interessantes, a parte sonora é um show à parte, o que era de se esperar de um jogo da EA, os controles são bem intuitivos, ou seja, no tocante a parte técnica, o jogo ficou realmente bom, mesmo o modo multiplayer online ficou competente, embora eu não tenha jogado, por isso não vou me aprofundar, amigos meus que jogaram falaram muito bem.

Porém nem tudo são flores e é justamente no gameplay onde os erros aparecem, a sensação de velocidade absurda continua presente, mas os produtores resolveram cortar o amado modo crash e trocaram por um modo chamado showtime que é difícil de entrar e nem d longe é tão divertido quanto o crash, existem vários tipos de corrida diferentes, desde sprints simples contra outros carros até um modo survival onde é preciso chegar inteiro a um certo ponto, existem postos onde o jogador pode consertar o carro instantaneamente ou encher a barra de nitro, em corrida não existem rotas predeterminadas e nem barreiras que te forçam a seguir determinada rota, o jogador pode escolher qualquer caminho e usar todos os atalhos que encontrar e é aí que a coisa começa a irritar, devido à extrema velocidade, fica difícil ver os caminhos nas primeiras corridas, e se você se perder pode desistir, o mini-mapa não ajuda muito já que é bem detalhado, na minha opinião deveria vir traçado a melhor rota, como o mini-mapa de Need For Speed Undercover, então caberia ao jogador tentar seguir essa rota e planejar melhor os atalhos, outra coisa que se pode fazer no jogo é encontrar saltos onde se quebram outdoors, mas nada que você vá ficar querendo fazer, a recompensa é muito pequena pra tanto esforço.

O modo takedown também está presente, de fato alguns carros são detravados disputando uma espécie de road rage contra eles, aliás esse é o modo mais divertido do jogo, por dois motivos, não é necessário decorar a cidade pra jogar e por que é muito divertido arrebentar carros alheios.

No geral, Burnout Paradise decepciona, embora seja tecnicamente muito bom, é um jogo que frustra muito mais do que recompensa, exigindo uma paciência de monge no início, se você nunca jogou um jogo da série, escolha qualquer outro, talvez à exceção de Burnout Dominator, mas mesmo esse é mais divertido, caso seja proprietário de um XBOX 360, prefira o Burnout Revenge, provavelmente o melhor da série.